sábado, 6 de dezembro de 2014

Mess is mine

Já pensarem como é fácil nos esquecermos dos pequenos prazeres da vida? Eu realmente ás vezes esqueço-me do quanto é bom me fechar neste mundinho do blog e escrever, escrever...
Ando novamente na pressa da rotina, presa nas coisas que me dão prazer e que me tiram o prazer de fazer outras coisas, como é o exemplo de poder ir à vontade procurar ofertas de natal.

Esta é com certeza das alturas do ano que mais gosto. Dou graças ao fato de poder ter um sentimento tão grande pela minha família, que apesar de pequena e longe, me consegue proporcionar sempre o maior carinho, o melhor cantinho para estar. É verdade quando dizem que longe é que se aprende a dar valor às pequenas coisas, e o que mais aprendi nesta experiência que já dura três (curtos) anos, foi que realmente até o cheirinho da minha casa tem um valor imaginável. Isto, sem menos prezar todas as coisas boas que a nossa casa nos pode proporcionar quando a saudade chega a ser maior que a distância em si. Sabem? "É que um carinho ás vezes até cai bem", e isto é mesmo isso, uma falta enorme daquele abraço, daquele beijinho na testa, ou até do bolo quentinho da mãe e das conversas longas do pai.

Cresce-se tanto, unimo-nos tanto, cria-se tanta coisa boa, que olhas para trás e realmente sentes-te realizado por tanto que se viveu, por tanto que se conseguiu. Mais que isso e ainda maior que o sentimento de realização, é mesmo a felicidade que se tem quando todas aquelas coisas que não estão "ali" à demasiado tempo, te fazem "companhia"...nem que seja por "breves segundos"...


Beijinhos, 
Patrícia

4 comentários:

  1. Aprendemos a ver e a viver as coisas de outra forma. É bom ter-te de volta :)

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  2. r: Pois, neste altura bem que iam dar jeito :p ahah
    Não tens que agradecer, beijinhos*

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  3. A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família.
    Tal como tu posso dizer que os momentos mais felizes da minha vida foram aqueles que passei na minha casa, com a minha família.
    No entanto, vamos crescendo e não nos apercebemos disso até que saímos do ninho.
    Quando estamos longe, olhamos para trás e vemos tudo o que temos graças à nossa família. Todas as histórias e memórias, as cicatrizes e os sonhos realizados.
    E por isso, nestes longos 7 meses longe de casa, interrompidos por uma semana de visita, nunca me senti tão unida à minha família!!
    Crescemos imenso e unimo-nos ainda mais.
    Ótima leitura para um Domingo de Dezembro!! Se ao menos o cheiro da minha casa...

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